
Eu estava vendo um programa ontem e falava sobre auto-estima. Acho que os dois extremos são prejudiciais. Quando temos pouca auto-estima espantamos as pessoas e muita auto-estima também. É sempre bom ter um auto-estima elevada, faz bem e influência quem está ao seu redor.
Auto-estima na intensidade certa é super importante. Pessoas bem humoradas e felizes consigo são muito bem aceitas na sociedade. Vamos falar um pouquinho sobre estes extremos:
Pouca auto-estima:
Já foi muito falado que quando você não se gosta, as pessoas passam a não gostar também. Como eu já comentei maus pensamentos atraem coisas ruins, então se você pensar que é feia, que ninguém vai se interessar por você isso pode acabar acontecendo. Não é apenas uma questão de ímã, mas uma questão de postura. Pode perceber que quando uma menina se acha feia ou inferior as outras pessoas ela anda curvada ou com o rosto sem brilho. Quando conhecemos alguém e não sorrimos ou nos mostramos pouco receptivas, esta pessoa pode retribuir da mesma forma e não ser simpático com você. Isso sem falar que sem auto-estima nosso ânimo para fazer as coisas cai, interefere não só nos relacionamentos, como na vida profissional. Claro que haverá dias que não estaremos no ápice da alegria, mas se for uma baixa constante é bom procurar ajuda.
Muita auto-estima:
Às vezes muita auto-estima é confundida com prepotência ou “se achar muito”. Além de espantar um pouco os homens, você terá muitas mulheres falando mal de você, pois vão achar defeito até no seu dedinho do pé para justificar que você se acha a toa. Você pode se achar linda, maravilhosa, vitaminada, mas não precisa de esnobismo. Sinto informar mas não é. Sempre vai haver pessoas mais bonitas, pelo único fato de que cada um tem um gosto. O que é belo para um pode não ser para outro. E normalmente as pessoas com excesso de auto-estima ficam irritadas ou frustadas quando não gostam delas. Tem que tomar cuidado para não virar narcisista
Como anda sua auto-estima?





