Bem, para quem não sabe também sou escritor de contos éroticos e resolvi postar um. Então se você não tem mais de 18 anos, ou não curte leituras eróticas por favor não continue. Este conto é leve não tem palavras de baixo calão. E sim sou extremamente convencido nas descrições. E se é real ou não deixo para a imaginação de vocês! E Feliz será aquele que perdoará meus pecados para com a língua portuguesa. Se achar um erro coloca no comentário porque são 4:20 da matina!
Com todo esse meu conhecimento sobre mulheres e relacionamentos acumulados durante toda a vida e experiências sexuais ganhei o apelido de Desejado pelas minhas amigas, sempre fui bom pra compreender os desejos das mulheres. Muitas das amigas gostam de me contar seus segredos e tirar suas dúvidas sobre relacionamentos. Hoje vou descrever um destes momentos que a solução dela foi nossa diversão.
Era final da tarde de um sábado, e em pleno feriado, não tinha feito planos e estava em casa, passando o tempo na internet, conversando com amigos e tomando uma cerveja e para minha surpresa, meu celular tocou, era Gabriela uma amiga da faculdade, nossa amizade não era a mais afetiva e muito menos a mais sensual… Éramos mais companheiros de classe, mas a ajudei bastante com seu namoro que era complexo e em minha opinião muito do chato, o cara simplesmente não dava o valor que ela merecia e podem acreditar ela merecia, Gabriela era uma loira tipicamente brasileira, não tinha o corpo exagerado, era tudo no lugar e no devido tamanho, e ela tinha um charme de menina, mas sempre se vestia com um jeitinho sedutor, as vezes decote, as vezes uma saia, as vezes uma blusinha… Admito que se a tivesse conhecido solteira não perderia tempo em chaveca-lá.
Pois bem, ela me ligou com a voz triste provavelmente tinha acabado de chorar e perguntou se eu estava ocupado, e disse que não e ela me pediu para encontrá-la pra conversar. Apesar de já supor o que havia ocorrido não compreendia o porquê de ir lá, mas fui. Cheguei na casa dela e toquei o interfone e ela abriu o portão e pediu que entrasse, ela abriu a porta e confirmei que estava chorando pois estava com olheiras, mas mesmo assim não pude deixar de reparar na roupa dela, estava com uma minissaia camuflada usando botas e uma blusinha branca.
Gabriela me contou que havia brigado com o namorado que acreditava que ela estava sendo traída, e sou bem claro com isso, namoro se não há confiança melhor acabar e dei meu apoio pra ela e nessas horas não tem jeito, o melhor a se fazer é elogiar a mulher, dizer que ela é linda, que ele não a merecia e tudo mais, porém pra minha reação:
-Não é a toa que você é desejado, sabe bem que dizer e como animar uma mulher.
-A questão não é nem essa Gabi é a pura verdade, nunca fui com a cara dele você merece coisa melhor.
E nesse papo vai papo vem eu reparei que ela estava se excitando, percebi um volume aparecendo na blusa afinal ela estava sem sutiã… Estava começando a entender o porquê da minha presença, mas ela não falava nada mas também não escondia.
Comecei a mudar de assunto falar de coisas boas para se divertir afinal era sábado à noite os pais delas estavam viajando e a noite era uma criança, ela me perguntou se queria algo beber algo, Gabriela nunca foi de beber, aliás nunca a vi beber, mas quem era eu pra dizer não! O pai dela tinha um whisky e começamos a bebê-lo e rapidinho o clima esquentou
-Você deve fazer muitas mulheres felizes né Lucas?
-Várias é exagero, mas não tenho ouvido reclamações não
-Hum aposto que você sabe o que faz
-Ai só tem um jeito de saber…
Pronto foi terminar a frase e acontecer o beijo, sabe posso ser até ser visto como mente maligna nessas horas… Mas até hoje não conheci uma mulher que não ficou com muito tesão quando está triste por conta de outro homem… é tudo uma questão de saber o que falar, elas ficam abaladas sem auto-estima e tudo mais, não vejo maldade em ajuda-las a recuperar um pouco do que foi perdido com uma transa deliciosa. Estávamos nos beijando no sofá e ela me convidou para ir para o quarto dela, fomos subindo as escadas entre beijos e ao quarto dela, fiquei chocado, era inexplicavelmente rosa, da pintura aos moveis era tudo rosa:
-Nossa só falta sua calcinha ser rosa também!
-Bobinho não estou usando calcinha
(Pausa dramática)
Ai sim a coisa ficou boa! Aproximei-me dela e tirei sua blusa seios belíssimos como havia tempo que não via, eram firmes, com os biquinhos durinhos, totalmente deliciosos, comecei a beijar sua nuca e descendo aos seios e saboreei cada parte da cintura pra cima e ela ia tirar a saia e eu não deixei quis me provocar de saia agora iríamos até o fim com ela, voltei para beijá-la e ela tirou minha roupa. Não sei direito se era a bebida mas ela parecia um pouco nervosa, mas como ela estava determinada e eu também resolvi assumir o controle para deixá-la mais a vontade.
Levantei sua saia e a peguei no colo para deitá-la na cama ela ficou um pouco envergonhada quando desci a língua pela sua barriga passando pela púbis e quando finalmente cheguei lá ela olhei pra ela como se pedisse aprovação, e ela abriu as pernas. Dei a ela uma excelente chupada de fazer gemer e se contorcer, passa a língua suavemente pelo clitóris dava mordiscadas nos lábios, ela gostou e relaxou por completo e gozou:
-Nossa Lucas você é bom com a língua! Primeira vez que gozo assim.
-Tudo é bom quando se é feito com gosto! (eu sei que é clichê mas funciona!)
Realmente sabia o que dizer e na hora certa, a frase surtiu efeito e ela veio demonstrar o que era bom em mim, devo admitir aquele quarto todo rosa não ajudava a ter um clima erótico, mas ela compensou com uma suavidade nos lábios perfeita, ela não parecia aqueles atrizes pornôs era delicada mas muito gostoso, o ar quente e os lábios tocando superficialmente era uma sensação que eu gostava e muito, Gabriela me fez ver estrelas quando usou um Listerine pocket na brincadeira.
Ela pegou uma camisinha dessas normais, e eu disse que trouxe uma melhor. Essa é uma dica que dou a todos, quando estiverem com uma mulher tímida, ou acanhada, use aquelas camisinhas que esquentam (pimenta) que ela rapidinho se entrega. Pois bem coloquei a camisinha e como diria Bruna surfistinha, começamos um papis e mamis, pra uns uma posição comum, mas pra quem gosta de corpo colado, de sentir a virilidade do cara e a suavidade da mulher é sempre uma boa pedida. Nossos corpos ficaram totalmente entrelaçados o movimento era encaixado e ritmado, e como estávamos colados ela gemia bem baixinho no meu ouvido e era muito gostoso, porque Gabriela tinha uma voz fina e ela gemia e passava a língua. Como eu disse rapidinho ela se empolgou e ficou por cima, sempre tive tara em saias e a mulher por cima e de saia dá um ar de “podemos fazer isso ao ar livre” que é excitante, ela entendeu bem isso, sem falar que com a saia no lugar certo, as pernas não abrem, forçando uma penetração curta e profunda e põe profunda nisso. Ela se apoiava com a mão no meu peito e subia, descia, e o que eu mais gostava, jogava o cabelo para trás toda hora, e sempre que mostrava o rosto era uma expressão de tesão extremo.
Não queria subjugá-la colocando-a de quatro, então me sentei na beira da cama e pedi pra que ela encaixa-se, a saia estava no lugar, mas eu não resisti queira ver a bunda dela, e levantei, passei as mãos pelas pernas e fui subindo arranhando ela levemente, quando subi a saia tive uma bela visão, ela tinha o corpo delicioso, ela fazia movimentos sempre curtos e eu aproveitava pra beijar a nuca acariciar os seios.
Voltamos para o papai e mamãe mas desta vez eu tirei a sala dela e a penetrei com vigor segurando pela cintura e a camisinha esquentou muito, e ela enlouqueceu de prazer, eu não parei de elogiar seu corpo, nossos corpos se colaram de novo e antes dela gozar novamente ela me abraçou e me arranhou, e me chamou de gostoso no pé do ouvido, no meio de tantos elogios arranhadas e gemidos no pé do ouvido acabamos gozando juntos. A contração dos dois ao mesmo tempo foi excepcionalmente gostoso.
Como eu disse a noite era uma criança e transamos a noite inteira, mas em outros lugares da casa. Mas ai é outro conto!





